Dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que o funcionário sob efeito de droga utiliza, em média, 67% da capacidade de trabalho e ainda tem três vezes mais chances de chegar atrasado ou faltar ao trabalho. Somados os custos diretos, como licenças médicas, e indiretos, que incluem acidentes, faltas e atrasos, os distúrbios provocados pelas drogas que acabam sendo custeado pelos empregadores, tanto privados quanto públicos, ascendem a várias centenas de bilhões de dólares todos os anos. Só nos Estados Unidos essa cifra está avaliada em US$ 100 bilhões.

Segundo pesquisas realizadas pelo Substance Abuse and Mental Health Services Administration. (2006).

• Em 2005, 17,2 milhões de usuários de drogas maiores de 18 anos, 12,9 milhões estavam empregados, isso corresponde a 74,8%;

• 10,6 % dos adultos entre 18 e 64 anos com emprego em tempo integral, tiveram um distúrbio com uso de drogas no ultimo ano, e destes 2,4% tiveram esse uso associado a sérios problemas psicológicos.

E segundo Frone, M. R. (2006): no último ano, 3,1 % dos trabalhadores utilizaram drogas ilícitas antes de ir para o trabalho, destes 2,9% trabalhavam sobre o efeito da droga durante o expediente de trabalho.

Empregados que reportaram uso de drogas ilícitas tiveram mais rotatividade e taxas de absenteísmo na empresa.

Não é de hoje que se sabe que o abuso de drogas não causa efeitos só na hora do uso, mas com o uso crônico da droga, acabam gerando dependência química, e com isso causar efeitos irreversíveis no sistema nervoso central, afetando capacidades do ponto de vista operacional, funcional, psicológico, e fisiológico.

São devidos estes motivos que é necessário saber se o funcionário está ou não utilizando drogas ilícitas, pois caso não seja identificado tal problema, os riscos podem ser piores, tanto para empresa como para os clientes da organização, a qual possui um nome a zelar.

Um exemplo disso são cargos que exigem extrema concentração, sobriedade, atenção, e capacidade de raciocínio lógico, como motoristas de ônibus, pilotos, co-pilotos, controladores de vôo, comissários de vôo, operadores de máquinas industriais, operários de obras, entre outros; cujo uso de drogas de abuso são incompatíveis com o cargo ocupado.

Tendo em vista este cenário, diversas empresas estão exigindo a realização de exame toxicológico de larga escala de detecção em seus processos seletivos, visando identificar e eliminar usuários de drogas.

A Omega Brasil oferece ao mercado nacional, a realização de Programas de Controle Interno, que incluem, além da realização de exames toxicológicos de larga escala de detecção, de forma periódica e randômica, a certificação e o apoio na implementação de campanhas de conscientização, com objetivo de se desenvolver um ambiente favorável e uma imagem positiva junto a sociedade.